17 de outubro de 2015
Foi com esta pergunta que iniciei a
minha última palestra durante a 18ª Semana da Engenharia Agronômica das
Faculdades Gammon em Paraguaçú Paulista/SP.
Trata-se de um tema desafiador,
principalmente no atual cenário político/econômico. Acredito que para além das
oportunidades mais conhecidas como, por exemplo, a atuação em empresas públicas
e privadas, existem outras oportunidades. Considero este momento muito promissor para o Agrônomo que atua como consultor.
Agrônomos consultores podem atuar em
diferentes empresas/propriedades dentro da área em que se especializou como
consultores em determinada cultura, processo ou tecnologia ou podem atuar como
Agentes de Desenvolvimento, oferecendo aos seus clientes uma visão ampla do agronegócio,
incluindo formas de acesso ao crédito, gestão de pessoas, planejamento das
atividades agrícolas, provisionamento técnico mediante demandas judiciais e
supervisão agronômica da propriedade.
O termo Agentes de Desenvolvimento,
surge em contraposição ao Agrônomo “Projetista” que atua junto aos Bancos
ajudando os clientes na captação de recursos subsidiados de longo prazo. Atualmente, os empresários do setor agropecuário necessitam de mais habilidades de seus colaboradores diretos, ou seja, é preciso aumentar a produtividade também fora do campo (o que certamente melhora também os resultados em todas as esferas da empresa).
O novo é captar os recursos
subsidiados e oferecer outros produtos aos clientes, ou seja, não ficar preso
apenas a obtenção do “empréstimo”.