Síntese
(ou pequena impressão) do capítulo 10 do Livro:
Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras
Por
Bruno Toribio Xavier
Dessa vez
eu tentei fazer um paralelo do capítulo com a minha experiência,
minhas observações do mercado profissional, vivido na prática. Na
minha opinião, este capítulo põe as coisas em seu devido lugar.
Ninguém é mais do que ninguém por ser cientista ou um grande
executivo de quaisquer empresa nacional ou multinacional, ou seja, há
espaço para que as pessoas comuns (e jovens) desenvolvam suas atividades
(metodologias, processos e inovações tecnológicas) e também
sintam orgulho disso. Entretanto, ao buscar a verdade dos fatos, o cientista, o Agrônomo, o Administrador, entre outros, acaba se diferenciando do senso comum, pois as pessoas do senso comum
não buscam comprovação para suas observações.
A
falsicabilidade é apresentada como uma credencial para uma teoria,
se pode ser falso, está tudo bem, se não pode ser inconclusiva.
Aliás a inconclusão deveria ser motivo de orgulho para os
verdadeiros cientistas (e para os executivos também?), mas ao
contrário do que deveria ser, eles a temem tanto que omitem seus
resultados falsos ou os seus maiores fracassos. Esse é um aspecto
importante deste capítulo, a questão da neutralidade da ciência.
1Título
original do capítulo: “As credenciais da ciência”. Capítulo
10 do livro: ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: Introdução ao
jogo e suas regras. 21° ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1995.
Nenhum comentário:
Postar um comentário