terça-feira, 9 de setembro de 2014

O senso comum e a ciência*

                                   Síntese (ou pequena impressão) do capítulo 1 do Livro:
                                     Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras

                                                                    
                                                                                                  Por Bruno Toribio Xavier



              Ler este livro nos desafia a assumir posições, pois como Agrônomos, Administradores, Pesquisadores e quaisquer outras funções nos deparamos com estas inquietações. O mercado e a sociedade como um todo espera de nós um posicionamento, apenas isso. 
             O primeiro capítulo do livro ressalta a imagem mais propalada, principalmente pela imprensa, do cientista. A imagem da autoridade, de quem sabe o que está falando e da importância de se escutar e obedecer a essas pessoas. Outro aspecto muito importante que é apontado pelo autor, nos mostra que quanto mais nos especializamos mais nos tornamos limitados no conhecimento geral das coisas e isso de certo modo é ruim. Decorrente da forma com que surgiu a ciência e sua dominação, alguém inventou, para colocar tudo em seu devido lugar, o termo “senso comum”. Tem sido através deste termo que os cientistas separam as ditas verdades absolutas do conhecimento popular ou conhecimento empírico. Muitas vezes a ciência se vale deste mesmo senso comum para o começo de uma investigação, mas constantemente não assume essa posição.




*Capítulo 1 do livro: ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras. 21° ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1995.

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